Crítica: ''A Seleção'' de Kiera Cass



Sinopse: Para trinta e cinco garotas, a Seleção é a chance de suas vidas. A oportunidade de escapar da vida estabelecida para elas desde o nascimento. Entrar em um mundo de vestido brilhantes e joias de valor inestimável. De viver em um palácio e competir pelo coração do lindo Príncipe Maxon. Mas para America Singer, ser Selecionada é um pesadelo. Isso significa virar as costas para seu amor secreto com Aspen, que é de uma casta menor que a dela. Deixar sua casa para entrar em uma competição acirrada por uma coroa que ela não quer. Viver em um palácio constantemente ameaçado por rebeldes violentos. Então, America conhece Príncipe Maxon. Gradualmente, ela começa a questionar todos os planos que fez para si mesma e percebe que a vida que ela sempre sonhou não é nada comparada com o futuro que ela nunca imaginou.


Crítica: Muitas pessoas comparam A Seleção com Jogos Vorazes por serem do mesmo tema: distopia. Mas existem muitas diferenças.


O governo é uma monarquia e a sociedade é dividida em castas. Aliás, um tema muito reconhecido na narrativa, é a desigualdade social.


O foco do livro é a seleção, por isso, não se empolgue com o clima distópico, pois o mesmo é praticamente inexistente. 


Há personagens bem construídos, porém outros que são apenas figuração. O que achei bem crítico, pois pela gama de personagens, o livro teria muito mais conteúdo e empolgação. Eu gostei tanto dele que devorei as páginas em menos de 24 horas. 

É também um livro ótimo para uma tarde animada de descontração. Super recomendo :)

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