Crítica: ''Em Chamas'' de Suzanne Collins



Sinopse: Depois da improvável e inusitada vitória de Katniss Everdeen e Peeta Mellark nos últimos Jogos Vorazes, algo parece ter mudado para sempre em Panem. Aqui e ali, distúrbios e agitações dão sinais de que uma revolta é iminente. Katniss e Peeta, representantes do paupérrimo Distrito 12, não apenas venceram os Jogos, mas ridicularizaram o governo e conseguiram fazer todos - incluindo o próprio Peeta - acreditarem que são um casal apaixonada. A confusão na cabeça de Katniss não é menor do que a das ruas. Em meio ao turbilhão, ela pensa cada vez mais em seu melhor amigo, o jovem caçador Gale, mas é obrigada a fingir que o romance com Peeta é real. Já o governo parece especialmente preocupado com a influência que os dois adolescente vitoriosos - transformados em verdadeiros ídolos nacionais - podem ter na população. Por isso, existem planos especiais para mantê-los sob controle, mesmo que isso signifique forçá-los a lutar novamente.


Crítica: Desde o primeiro livro (Jogos Vorazes) venho acompanhando os temperamentos de Katniss e, eu não consigo entender algumas atitudes e decisões que ela tem. Há horas que dá vontade de bater nela e outras horas concordava com ela.

Bom, a narrativa flui fácil. Em Chamas é um livro intrigante e fantástico apesar de tal simplicidade. E um livro que eu recomendo se você gosta de distopia e de algo envolvente. :)

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